Ciclo Sara Gomes (exibição de curtas da Cineasta Cubana)
Cultura - Sesc Ver-o-Peso
Data: 25/03/2026
Horário: 19h
Duração: 90 min
Local: Cine Sesc Ver-o-Peso
Classificação etária: 10 anos
Capacidade do público: 44 lugares
Ingresso: Gratuito
Exibição dos filmes:
- Eu Vou
para Santiago (Cuba, 1964, 16min) — Direção: Sara Gómez
Classificação indicativa: 10 anos
Através de
imagens históricas, Sara Gómez revela a vida cotidiana afro-cubana na cidade portuária
de Santiago de Cuba, realizando um retrato vívido e afetuoso do local e de seu
povo.
- Guanabacoa:
Crônica de Minha Família (Cuba, 1966, 15min) —
Direção: Sara Gómez Classificação indicativa: 10 anos
Pioneiro no
gênero de documentários autobiográficos, este filme da renomada diretora cubana
Sara Gómez explora suas raízes familiares para oferecer um retrato pessoal por
meio de fotos, da música popular e dos contos das mulheres. É também um
documento poderoso sobre as experiências de uma família negra de classe média
em Cuba, antes e depois da revolução.
- Na Outra
Ilha (Cuba, 1968, 41min) — Direção: Sara Gómez
Classificação indicativa: 10 anos
Sara Gómez
realiza retratos individuais dos habitantes da Ilha de Pinos (atualmente
conhecida como Ilha da Juventude), em Cuba. As pessoas contam suas histórias,
compartilham pensamentos e discutem temas sociais.
- Uma Ilha
para Miguel (Cuba, 1968, 20min) — Direção: Sara Gómez
Classificação indicativa: 10 anos
Sara Gómez
documenta o cotidiano da Ilha da Juventude, anteriormente chamada de Ilha de
Pinos, localizada em Cuba. Ela filma as discussões sobre os problemas da
construção, da escola e das atividades de lazer dos jovens em 1968 e
contextualiza essas imagens com o pensamento de Frantz Fanon sobre a construção
de uma nação por meio da descolonização.
No filme
acompanhamos um jovem em situação de risco chamado Miguel, que é enviado para
Havana como parte de um programa de reeducação do governo.
Mediador
Mateus Moura: Graduado em Letras (UEPa) e mestre em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes (UFPa) com a dissertação “Revisão crítica-onírica do território chamado Amazônia no sonho real de meias-verdades chamado Cinema”, desde 2008 trabalha com cinema no campo da arte e da educação. Realizou mais de 50 oficinas e cursos em parceria com diversas instituições, públicas e privadas. É o atual diretor da produtora independente de filmes Maria Preta, que tem 1 longa e 4 curtas em seu currículo, dirigidos por Mateus. Mantém o canal de vídeos MATOU O CINEMA E FOI A FAMILIA, premiado pelo conjunto da obra pela Fundação Cultural do Pará, em 2015. Neste projeto já produziu, editou e dirigiu mais de 60 vídeos de curta e média metragem. Atualmente, além de programador de cinema no Parque Cultural Vila Maguary, em Ananindeua, é doutorando no PPGARTES (UFPa), desdobrando sua pesquisa sobre abordagens pedagógicas de formação do olhar crítico para as representações do território amazônico no cinema.
